A presidente e a 1ª vice-presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), Rita Cortez e Adriana Brasil Guimarães, respectivamente, prestigiaram a solenidade de entrega da Medalha e Certificado de Mérito Cultural ao presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) e governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto de Castro. O evento aconteceu no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) nesta terça-feira (7/7).
A comenda comemorativa dos 25 anos de atividades do CCJF, completados em março deste ano, foi entregue pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), desembargador federal Luiz Paulo da Silva Araújo Filho, que conduziu a solenidade, e pelo diretor-geral do CCJF, desembargador federal Theophilo Antonio Miguel Filho.

Da esq. para a dir., Theophilo Antonio Miguel Filho, Ricardo Couto de Castro e Luiz Paulo da Silva Araújo Filho. Reprodução: TRF2
A mesa diretora foi integrada também pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Aurélio Bellizze Oliveira; pelo presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1), Roque Lucarelli; pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Claudio de Mello Tavares; pelo vice-presidente do TRF2, Federal Marcus Abraham; pelo corregedor-regional da Justiça Federal na 2ª Região, Federal Firly Nascimento Filho; pelo procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Antonio José Campos Moreira, e pela presidente da OAB/RJ, Ana Tereza Basílio.
Luiz Paulo da Silva Araújo Filho declarou sentir-se honrado por prestar homenagem ao colega de toga, que hoje conduz o governo fluminense e vem enfrentando com sucesso desafios históricos do Executivo. “Nesses poucos mais de três meses de governo, Ricardo Couto de Castro mostrou que a solução é possível e que nós podemos realmente voltar a nos orgulhar de sermos fluminenses. Com o seu enorme talento e com a sua genialidade, Ricardo conseguiu trazer a esperança de volta ao Rio de Janeiro”, afirmou.
Theophilo Antonio Miguel Filho destacou o significado simbólico do Jubileu de Prata do CCJF. “Realizar esta celebração é reverenciar não apenas o transcurso desses 25 anos, mas, sobretudo, reconhecer a permanência viva de uma história que atravessa séculos, instituições e gerações, consolidando-se como um dos mais importantes espaços da memória judicial e cultural do País”, afirmou.
(Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF2.)