O IX Congresso Internacional CBMA de Arbitragem contou com a presença de associados do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) que atuam no setor de Métodos Adequados de Resolução de Disputas. O evento aconteceu no Museu do Amanhã, na Região Portuária do Rio de Janeiro, e, nesta quinta-feira (6/8), teve a Casa de Montezuma representada pela 1ª vice-presidente, Adriana Brasil Guimarães, responsável pela condução da Comissão de Mediação, Conciliação e Arbitragem do IAB.
Considerado um dos encontros jurídicos mais importantes, o congresso é promovido pelo Centro Brasileiro de Mediação e Arbitragem (CBMA) e teve como mote principal da 9ª edição a celebração dos 30 anos da Lei de Arbitragem no Brasil. Foram discutidas questões setoriais, evolução tecnológica e os impactos práticos nos negócios.
O evento é responsável por reunir renomados especialistas, acadêmicos, magistrados e profissionais da área para debater os desafios e as perspectivas da arbitragem, promovendo a troca de experiências e o aperfeiçoamento de um dos mais reconhecidos métodos de solução de controvérsias.
“Para o IAB, apoiar iniciativas dessa magnitude reafirma seu compromisso com o desenvolvimento da cultura jurídica, o incentivo aos métodos adequados de resolução de conflitos e o fortalecimento da segurança jurídica em nosso País”, comentou Guimarães.
O evento foi conduzido pela presidente do CBMA, Mariana Freitas de Souza, que integra o IAB. Também estiveram presentes os consócios Raquel Rangel, diretora de Patrimônio, e Pedro Batista Martins, coautor da Lei de Arbitragem, que foi um dos três coordenadores científicos do Congresso, junto a Selma Lemes e Carlos Alberto Carmona; além da vice-presidente do CBMA, Liana Valdetaro.
“A abertura do Congresso contou com a inspiradora fala de Mariana Freitas de Souza, primeira mulher a presidir o CBMA. Eleita em 2023, Mariana simboliza um marco de liderança feminina e renovação no campo da arbitragem. Sua fala destacou a importância do evento como espaço de debate qualificado e reafirmou a missão do CBMA de promover diálogo, construir pontes e fortalecer a arbitragem. Sua presidência também reforça a relevância da diversidade e da ampliação de vozes na construção de instituições mais fortes”, afirmou Adriana.