Domingo, 18 Novembro 2018 21:33

Fernando Fragoso elabora trabalho sobre criminalidade na internet para a Conferência da FIA, em 2019

Fernando Fragoso e Gustavo Buffara Fernando Fragoso e Gustavo Buffara

O ex-presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB) Fernando Fragoso participou da reunião do Conselho da Federação Interamericana de Advogados (FIA), na última sexta-feira (16/11), na Cidade do México, representando o IAB e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB). O encontro realizado na capital mexicana teve como tema central Governabilidade e direitos humanos nas Américas. De acordo com Fernando Fragoso, ficou decidido que a próxima Conferência da FIA ocorrerá em San José, na Costa Rica, de 17 a 21 de junho de 2019, e irá tratar, entre outros temas, de direito ambiental e processos judiciais eletrônicos. “Vou apresentar na conferência um trabalho sobre a criminalidade na internet e a respeito da legislação brasileira voltada para essa questão”, informou o criminalista, que se disse “muito honrado por ter representado o IAB e a OAB na reunião do Conselho da FIA”. O advogado Gustavo Buffara, membro do IAB, também participou do encontro.


Segundo Fernando Fragoso, o IAB, como uma das entidades fundadoras da FIA, em 1940, tem assento no Conselho da entidade. “Foi uma grande oportunidade de estar com colegas de outros países e discutir questões culturais, como, por exemplo, o tratamento dispensado à matéria ambiental”, afirmou. A reunião foi conduzida pelo presidente da FIA, Ulises Montoya, e contou com a participação do vice-presidente, Juan Carlos Esquivel, que assumirá a presidência em junho de 2019; da secretária-geral, Carolina Obarrio, e outros diretores. 


Fragoso destacou o acerto da escolha da Costa Rica para a realização da próxima conferência. “Foi muito adequada a decisão de debater direito ambiental num país como a Costa Rica, que tem uma grande preocupação com a biodiversidade e preserva exemplarmente a natureza”, afirmou o ex-presidente do IAB. Ainda segundo ele, “o tema ganha cada vez mais importância, especialmente neste momento em que os EUA resolveram rejeitar os tratados multilaterais e internacionais, destacadamente os voltados para a redução da poluição decorrente da produção de energia elétrica”.